Dengue!

Dengue, cuidado ela pode matar!

DENGUE
É verão… muito calor, sol e chuvas. Cenário perfeito para a proliferação do Aedes aegypti o mosquito da dengue. As epidemias geralmente ocorrem nessa época do ano, durante ou imediatamente após períodos chuvosos.
No Estado de São Paulo, a primeira ocorrência confirmada foi em 1987 que registrou 46 casos da doença. A partir de 1990 a transmissão deu-se em todos os anos do período até 2009. O maior número de casos ocorre nos meses de verão. Cerca de 80% dos municípios apresentam infestação pelo A. aegypti.

O número de casos de dengue em 2009 caiu 24% no Estado de São Paulo nas primeiras 23 semanas do ano em relação ao mesmo período de 2008. Os dados foram divulgados pelo Ministério da Saúde. De acordo com informações enviadas pela Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo. Em todo o País, o número de notificações foi de 361.552 nas primeiras 23 semanas. Isso significa uma redução de 49,8% em relação ao mesmo período de 2008, em que foram registradas 719.593 infecções pelo mosquito da dengue.
Vamos melhorar ainda mais esta estatísticas?
Então fique alerta!!!
Lembre-se, a Dengue é uma doença infecciosa transmitida pela picada do mosquito Aedes aegypti. Este mosquito gosta da água parada e limpa e pica tanto durante o dia quanto à noite. Por isso é muito importante tomar os seguintes cuidados para evitar a dengue:
• Envie para reciclagem latas, embalagens, copos plásticos, tampinhas de refrigerante, garrafas PET, vidros vazios, enfim todo recipiente que não tenha serventia e que possa ser o “abrigo” para o mosquito da dengue. Caso tenha que guardar estes objetos, lembre-se de deixá-los sempre de cabeça para baixo, assim não ficará nenhuma água armazenada;
• Caixas d’água, tambores, latões e cisternas devem ficar bem fechados, sem nenhuma fresta, para impedir a entrada do mosquito.
• Feche bem os sacos plásticos e mantenha a lixeira bem tampada e seca.
• Vasinhos de plantas e jarros de flores também acumulam água. A dica é colocar areia no prato do vaso.
• Remova folhas, galhos e tudo que possa impedir a água de correr pelas calhas.

Sintomas!

Depois da picada, os sintomas se manifestam normalmente do 3º ao 15º dia. Esse espaço de tempo é chamado período de incubação. O tempo médio de duração da doença é de cinco a seis dias. É só depois do período de incubação que os sintomas costumam aparecer, são eles: febre alta, dor de cabeça, dor atrás dos olhos, manchas vermelhas no corpo e dor nos ossos e articulações.

Tratamento!

Aos primeiros sintomas, não tome nenhum remédio, procure imediatamente o serviço de saúde mais próximo. Não existe tratamento específico para dengue, as medidas tomadas são para reduzir os sintomas. A hidratação é fundamental para a prevenção de complicações.

Combate à DengueInformações adicionais sobre o assunto estão disponíveis na página do combatadengue, mantida pelo Ministério da Saúde. Para ir ao site basta clicar sobre a imagem.

Artigo de: Heloisa Calmon / combatadengue


Proteção da Amazônia em 2010

Proteção da Amazônia passará por ‘prova de fogo’ em 2010
Em 2010, a proteção da Amazônia passará por uma “prova de fogo”. O fim da crise econômica, as eleições e a construção de grandes obras trazem dúvidas se, mesmo em um ano mais agitado política e economicamente, a velocidade do desmatamento será como em 2009.

Entre agosto de 2008 e julho deste ano, imagens de satélite analisadas pelo Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) mostraram que a floresta perdeu 7.008 km². Essa é a menor taxa anual de desmatamento desde que o instituto começou a medir a devastação da floresta, em 1988.

E como será em 2010? Especialistas temem que, com o reaquecimento da economia, a agropecuária, o corte de madeira e a produção de carvão voltem a pressionar a floresta, e os números não sejam tão bons.
Eleições – As eleições também podem atrapalhar a proteção da floresta. Segundo o Ibama, a queda do desmatamento em 2009 foi causada pelo aumento da fiscalização. Para não desagradar regiões que dependem economicamente do desmatamento ilegal, candidatos podem promover mais resistência às ações dos órgãos ambientais.

Outra incógnita para 2010 é se a candidatura de Marina Silva (PV) à presidência pode trazer uma “concorrência benéfica” para a floresta. Como a bandeira mais forte da senadora acreana é a ecologia, a tendência é que outros candidatos reforcem as causas ambientais em seus planos de governo, e a Amazônia sai ganhando.

Grandes obras – A construção de estradas e hidrelétricas também desperta apreensão sobre o ano que está por vir. Há grande torcida, contra e a favor, sobre a liberação da reforma da rodovia BR-319, que liga Porto Velho a Manaus, e da construção da hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu, no Pará. Ambas as obras aguardam licença do Ibama e são contestadas por ambientalistas.

Ao mesmo tempo, há expectativa sobre os impactos de empreendimentos que já foram liberados e estão atraindo milhares de trabalhadores para a Amazônia, como as usinas de Jirau e Santo Antônio, no Rio Madeira, e a mina de bauxita de Juruti, no Pará.

Troca de ministros – Para completar a “prova de fogo”, em março o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, deixará o cargo para participar das eleições como candidato a deputado estadual pelo Rio de Janeiro. Quem deve assumir o posto é a secretária-executiva do ministério, Isabela Teixeira.

Fonte: Globo Amazônia – 30 / 12 / 2009


Fique por dentro da nova Lei PNMC

Fique por dentro da nova Lei – Política Nacional de Mudanças Climáticas (PNMC)

Objetivo:
Esta Lei traduz um esforço voluntário do Brasil para evitar ou minimizar os impactos negativos das interferências antrópicas no sistema climático, estimulando em seu território a redução progressiva das emissões.
de gases de efeito estufa e a captura e estocagem desses gases.

Instrumentos da lei:
● Compensação dos tributos;
● Incentivos fiscais;
● Disponibilização de linhas de crédito e financiamento;
● Desenvolvimento de pesquisa;
● Estabelecimento de planos de ação por setores ou categorias de fontes;
● Estabelecimento de padrões ambientais,

Resultados Esperados:
► Redução progressiva das emissões de gases de efeito estufa e a captura e estocagem desses gases através da compatibilização do desenvolvimento econômico-social com a proteção do sistema climático;
► Estímulo ao uso de tecnologias mais limpas;
► Promoção da eficiência tecnológica;
► Conscientização ambiental;
► Preservação, conservação e recuperação dos recursos ambientais;
► Estímulo ao desenvolvimento do Mercado Brasileiro de Redução de Emissões – MBRE.

Vetos ao texto original e suas respectivas justificativas

Dos Dez vetos recomendados o presidente Luiz Inácio Lula da Silva acatou apenas três, são eles:

1º – Retirada da palavra “abandono” de um artigo que previa o “abandono paulatino” de fontes fósseis de energia.
Justificativa – Sob pressão do Ministério de Minas e Energia, Lula decidiu retirar a expressão do texto porque, se ela fosse mantida, o país estaria impedido no futuro de usar petróleo e gás natural na produção de energia. Com a descoberta do pré-sal, o governo quis evitar a dor de cabeça futura de retroceder na política climática. O ministro do Meio Ambiente argumentou que o estímulo ao uso de energias limpas não se opõe ‘necessariamente’ a deixar de usar fontes não renováveis como o petróleo.
2º – Vetou parte do texto que Permitia o contingenciamento (bloqueio) de recursos utilizados para medidas de redução da emissão de gases.
Justificativa: Segundo a área técnica do governo, o corte de recursos orçamentários só pode ser autorizado por meio de lei complementar, e não por lei ordinária, como é o caso da política nacional do clima.
3º – O terceiro veto de Lula à lei retira do texto a prioridade para o uso de pequenas usinas hidrelétricas na produção de energia.
Justificativa: Pelo texto original, o governo desestimularia a produção de energia pelas médias e grandes usinas, vetando o financiamento público de projetos de usinas hidrelétricas de grande porte, medida que tinha a intenção de incentivar a construção de unidades menores e menos agressivas ao meio ambiente, mas que poderia dificultar a construção de usinas hidrelétricas como a de Belo Monte, projetada para ser a terceira maior do mundo, e que deve ser erguida no rio Xingu, no Pará.
Você pode encontrar esta lei na integra no link abaixo: www.camara.gov.br/sileg/integras/438296.pdf

Artigo de: Heloisa Calmon


Agora é Lei, PNMC

AGORA É LEI!!!
Mas só para quem voluntariamente quiser obedecer…

Depois do estado mais industrializado do país e também maior poluidor, São Paulo passar a contar com a Política Estadual de Mudanças Climáticas (PNMC), instrumento que institui uma lei para reduzir em 20% a emissão de gases causadores de efeito estufa (em nível estadual) até 2020 – Decreto sancionado pelo governador José Serra na segunda-feira, nove de novembro de 2009. Agora o Brasil assume compromisso voluntário de redução de emissão de gases efeito estufa no intervalo de 36,1% a 38,9%, até 2020.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta terça-feira 29 de dezembro de 2009 a Política Nacional de Mudança Climática transformando em lei a partir de quarta-feira. O principal compromisso voluntário assumido pelo país é de reduzir suas emissões de gases-estufa frente aos níveis de 1990, o que exigirá por sua vez a redução em 80% do desmatamento da Amazônia – a maior fonte brasileira de poluição. O Brasil é o quinto maior poluidor do planeta, atrás de China, Estados Unidos, União Européia e Indonésia. No país, em 2005, eram emitidas 2,2 bilhões de toneladas de gás carbônico equivalente.
Houveram dez vetos sugeridos ao projeto original da PNMC após uma reunião com os ministros de Minas e Energia, Edison Lobão, e do Meio Ambiente, Carlos Minc , Lula acatou apenas três deles. E a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, e o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, voltaram a afirmar que o compromisso assumido pelo Brasil é VOLUNTÁRIO.

Infelizmente o Brasil não tem grande tradição no voluntariado, e nossas leis rotineiramente somente são obedecidas mediante forte fiscalização e penalizações. Fugindo a regra a PNMC preconiza vantagens e incentivos fiscais para aqueles que voluntariamente se comprometerem a aumentar seus esforços para a redução na emissão de Co2. Caso estas vantagens e incentivos não sejam suficientes para motivar nosso Brasil capitalista, espero que o amor à vida e o desejo de não ver sua família e bens literalmente sumirem debaixo d’água possam sensibilizar nossa nação.

Artigo de: Heloisa Calmon

Puxa! O mundo está ficando moderno mesmo, hein? Eu nunca ouvi dizer de Lei voluntária (não obrigatória), pois é, agora têm.


Uso racional de combustível

Etiquetas ajudam no uso racional de combustível

Consumidores podem comparar a eficiência energética dos veículos de seis montadoras, por meio de tabela desenvolvida pelo Inmetro e Conpet
(Tabela mostra o consumo de combustível dos carros na cidade e na estrada)

O Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular, lançado em novembro de 2008, é uma iniciativa do Inmetro em parceria com o Conpet - Programa Nacional da Racionalização do Uso dos Derivados do Petróleo e do Gás Natural. O Conpet é implementado pela Petrobras com o objetivo de desenvolver ações que promovam uma cultura antidesperdício e estimulem o uso racional dos combustíveis em residências, indústrias e no transporte. O Conpet já participa do Programa Brasileiro de Etiquetagem, coordenado pelo Inmetro, para fogões e aquecedores de água a gás.

Os carros são classificados de A a E, sendo A o mais econômico. O desempenho do automóvel em relação ao consumo de combustível deve ser comparado por categoria: sub-compacto, compacto, médio, grande, carga derivados de passageiros, comercial e fora-de-estrada.
As empresas Fiat, Kia, Honda, Renault, Toyota e Volkswagen aderiram voluntariamente ao programa e incluíram 67 modelos de veículos. A quantidade dobrou em comparação a 2009, ampliando as opções de escolha dos consumidores.
A adesão dos fabricantes e importadores ao programa é renovável a cada ano. Ao decidir participar, a montadora deve testar seus veículos em laboratório, e informar os dados do consumo de combustível e da eficiência energética dos modelos no manual do proprietário e nos pontos de venda. Essas informações também podem ser consultadas na Etiqueta Nacional de Conservação de Energia para Veículos, afixada opcionalmente pelos fabricantes nos vidros dos carros. A etiqueta é semelhante àquela utilizada em eletrodomésticos.
A etiquetagem veicular inclui o Brasil na lista dos países que desenvolvem programas de eficiência energética e de uso racional de combustível em veículos. A experiência mundial mostra que esses programas, voluntários ou compulsórios, induzem à fabricação de veículos mais eficientes, beneficiando o consumidor e o meio ambiente.
Estão disponíveis nos portais do Conpet (www.conpet.gov.br) e do Inmetro (www.inmetro.gov.br) as informações a respeito dos modelos de veículos participantes do Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular em 2010.

Fonte: ozonioprozonesp
Crédito da imagem: Portal Energias Renováveis


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