8 Jeitos de mudar o Mundo!

Surfando pelo blog da minha amiga Tânia, o Sucatas, encontrei esta imagem muito interessante, espero que você veja, reflita e coloque em prática, pois só assim teremos um mundo melhor.8 jeitos de mudar o mundo

Saúde, paz e sucesso!


Folha Germinável, papel plantável

Papel plantávelEstava lendo como sempre o blog da minha amiga New, o Estúrdio e me deparei com este excelente post que não é dela mais como é de extrema relevância nos dias atuais e futuro, ela replicou e estou replicando aqui no GA, para meus amigos, espero que gostem, marque presença deixando um comentário.
Depois de usada, folha germinável pode se tranformar em grama, flores e temperos.
Uma solução ecológica e criativa para o papel usado não vire lixo é plantá-lo. Existem mais de 40 variedads de papéis germinávies, feitos com vários tipos de sementes, que se transformam em grama, flores e temperos e podem ser comprados pela intenet. No Brasil a oficina de papel reciclado do Projeto Tear foi uma das pioneiras na fabricação do produto. Desde março, comercializa um papel composto por sementes de grama São Carlos, que é 100% ecológico, pois, além de reciclado, não passa por nehum processo químico. O grupo está testando sementes de salsinha, de flores e até de árvores para a confecção de suas folhas. Um papel germinável, que tem mesmo custo do reciclado (R$ 0,90, o tamamnho A4), não substitui o industrial, mas vende bem em seu mercado específico (embalagens e cartõoes diferenciados, por exemplo).

Sua maior vantagem é a sustentabilidade. Quando comparado ao industrial, reduz consumo de enregia em até 70%, a poluição de água em 35%$ ou mais e requer 55% menos água durante a fabricação, sengundo Rick Meis, engenheiro bioquímico da Universidade do Colorado.

Parece uma boa saída diante dos 15,2 trilhões de páginas impressas no mundo todo em 2006. Número que ainda deve crescer 30% nos próximos 30 anos, estima a empresa de dados e análise do mercado de impressão Lyra Research.

A folha usada não vai para o lixo, mas para debaixo da terra.

Como plantá-lo:

1 - enterre a folha de papel cubra-a com uma camada fina de terra, em média, 0,5 cm. De preferência, terra preta;

2 - hidrate, regue diariamente;

3 - após 10 ou 15 dias, a grama brota. Mas o papel continua em decomposição, processo que dura 3 meses.

By: Inara Chayamaiti.


Reunião e Oficina Nacional: Gases de efeito estufa.

Cetesb informativo

Fernando Rei
Diretor Presidente da CETESB
Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental

Convida para:

1ª Reunião da Rede Nacional de Inventário de Gases de Efeito Estufa do setor de resíduos e efluentes

13 de novembro de 2008 - 18h30
Expo Center Norte - Auditório do X SIMAI - Pavilhão Branco
FIMAI 2008 - Feira Internacional de Meio Ambiente Industrial e Sustentabilidade
Rua José Bernardo Pinto,333
Vila Guilherme São Paulo - SP

Inscrições para a Reunião de Rede acesse: http://www.cetesb.sp.gov.br/eventos/residuos
Inscrições gratuitas FIMAI: http://www.fimai.com.br

e

1 ª Oficina da Rede nacional de inventário de gases de efeito estufa do setor de resíduos e efluentes

14 de novembro de 2008 - 10h
Av. Prof. Frederico Hermann Jr, 345 - CONSEMA prédio 6
Alto de Pinheiros São Paulo - SP

Inscrições: (11) 3133-3378
vagas limitadas

Realização:
Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - PNUD
Ministério da Ciência e Tecnologia - MCT
Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental - CETESB
Secretaria de Estado de Meio Ambiente - SMA


Lixo Eletrônico, e agora?!

Lixo EletrônicoNão é o famoso SPAM mas dá muita dor de cabeça!!!

Também conhecido como e-lixo o lixo eletrônico são materiais como pilhas, baterias, celulares, computadores, televisores, DVD’s, CD´s, rádios, lâmpadas fluorescentes e muitos outros, que se não tiverem uma destinação adequada, vão parar em aterros comuns e contaminar o solo e as águas, trazendo danos para o meio ambiente e para a saúde humana, pois em sua composição existem substâncias tóxicas como mercúrio, chumbo, cádmio, belírio e arsênio, que são altamente perigosos, podendo causar distúrbios no sistema nervoso, problemas renais e pulmonares, câncer e outras doenças.
A Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo em uma brilhante iniciativa promoveu na última semana o “Mutirão do Lixo Eletrônico”, conscientizando a população sobre os riscos de se descartar o lixo eletrônico de forma indiscriminada. Foram espalhados por todo estado postos de recolhimento destes resíduos, que ao contrário do que muitos pensão, podem ser reaproveitado!
O Mutirão durou uma semana, mas o e-lixo não parou de ser gerado, e com os avanços tecnológicos a tendência é que cresça o volume produzidos a cada dia. Segundo a ONG Greenpeace, estima-se que são produzidos, todos os anos, cerca de 50 milhões de toneladas de lixo eletrônico, que correspondem a 5% de todo o resíduo produzido na Terra.
E agora que o mutirão acabou, o que fazer?! Não no Brasil um dispositivo legal que estabeleça responsabilidades e defina a destinação adequada de sucatas eletrônicas, exceto pela Resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente – CONAMA, de número 257 que obriga os fabricantes de pilhas e baterias a recolher e encaminhar tais produtos para reciclagem. Para cumprir tal resolução fabricantes de celulares criaram uma rede de coleta e as operadoras de telefonia celular também têm prestado este serviço a população.
Veja no link abaixo que não é difícil colaborar, ou melhor, cumprir nosso dever de cidadão e preservar o ambiente que vivemos dando o destino adequado ao lixo eletrônico que geramos.

“Não devolva para a natureza o que ela não criou”.

Lixo Eletrônico - Dicas

Fonte: Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo


Fórum Paulista de Mudanças Climáticas Globais e de Biodiversidade.

Proclima - Agenda de Eventos

Biodiversidade A Mesa Redonda para Sustentabilidade dos Biocombustíveis (Lausanne, Suiça) e a Rede de Organizações da Sociedade Civil Brasileira sobre Biocombustíveis*

Convidam para:

Consulta Nacional sobre a Minuta de Princípios e Critérios
para Produção Sustentável de Biocombustíveis
São Paulo – 6 e 7 de novembro de 2008

Auditório Augusto Ruschi – Secretaria Estadual do Meio Ambiente
Av. Professor Frederico Hermann Jr., 345 – Pinheiros – São Paulo – SP

Em agosto de 2008, o Conselho Diretor da Mesa Redonda sobre Biocombustíveis Sustentáveis - iniciativa secretariada pela Escola Politécnica Federal de Lausanne - publicou uma minuta (Versão Zero, anexa) de um possível padrão global para a produção sustentável de biocombustíveis. Mais detalhes sobre a mesa redonda são disponíveis no http://cgse.epfl.ch/page65660-en.html O padrão inclui princípios – fundamentos gerais da produção sustentável – e critérios – condições a serem cumpridas para alcançar esses fundamentos.

O Conselho da Mesa Redonda lançou também uma rodada de seis meses de consulta global com atores relevantes para revisar a Versão Zero, de maneira a assegurar que produtores, trabalhadores, agricultores, instituições financeiras, ONGs, governos, comerciantes, acadêmicos e outros interessados tenham ampla oportunidade de contribuir para o processo. A Mesa Redonda portanto, em colaboração com os membros de seu conselho diretor, está organizando diversas consultas (setoriais ou multisetoriais) em vários países, até o início de fevereiro de 2009. Todas as sugestões encaminhadas pelas consultas serão sintetizadas pela Secretaria e servirão de base para a revisão da minuta pelo Conselho Diretor, resultando na ‘Versão Um’ do padrão, que será publicado em abril de 2009. É óbvia a centralidade do Brasil nesta discussão e, portanto, a importância de uma adequada e ampla consulta multisetorial neste país, com a diversidade de atores interessados.

O Conselho esclareceu que o padrão não tenta quantificar uma quantidade de biocombustíveis que poderia ser consumida globalmente ou se, como um todo, os biocombustíveis são sustentáveis. Os biocombustíveis não podem substituir todo o nosso consumo de combustíveis sem modificações significativas no estilo de vida e na eficiência da utilização. Esses padrões de produção, portanto, deverão ser usados em conjunto com padrões novos e sustentáveis para as necessidades de energia do planeta.

*A Rede de Organizações da Sociedade Civil Brasileira sobre Biocombustíveis é formada por instituições que representam diferentes atores da sociedade civil como: Amigos da Terra – Amazônia Brasileira, CASA, Conservação Internacional do Brasil, DIEESE, ECOA, IMAFLORA, IMAZON, Instituto Centro de Vida (ICV), Mater Natura, Quatro Cantos do Mundo, Reporter Brasil e Vitae Civilis.

Apoio:
Governo do Estado de São Paulo – Secretaria do Meio Ambiente
Secretaria de Estado Suiça para Assusntos Econômicos (SECO)
Ministério das Relações Exteriores do Reino Unido (Foreign and Commonwealth Office)
Comissão da União Européia
Fundação DOEN
Fundação Packard

Fonte: ProClimaCapacita


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