Reunião e Oficina Nacional: Gases de efeito estufa.

Cetesb informativo

Fernando Rei
Diretor Presidente da CETESB
Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental

Convida para:

1ª Reunião da Rede Nacional de Inventário de Gases de Efeito Estufa do setor de resíduos e efluentes

13 de novembro de 2008 - 18h30
Expo Center Norte - Auditório do X SIMAI - Pavilhão Branco
FIMAI 2008 - Feira Internacional de Meio Ambiente Industrial e Sustentabilidade
Rua José Bernardo Pinto,333
Vila Guilherme São Paulo - SP

Inscrições para a Reunião de Rede acesse: http://www.cetesb.sp.gov.br/eventos/residuos
Inscrições gratuitas FIMAI: http://www.fimai.com.br

e

1 ª Oficina da Rede nacional de inventário de gases de efeito estufa do setor de resíduos e efluentes

14 de novembro de 2008 - 10h
Av. Prof. Frederico Hermann Jr, 345 - CONSEMA prédio 6
Alto de Pinheiros São Paulo - SP

Inscrições: (11) 3133-3378
vagas limitadas

Realização:
Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - PNUD
Ministério da Ciência e Tecnologia - MCT
Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental - CETESB
Secretaria de Estado de Meio Ambiente - SMA


Lixo Eletrônico, e agora?!

Lixo EletrônicoNão é o famoso SPAM mas dá muita dor de cabeça!!!

Também conhecido como e-lixo o lixo eletrônico são materiais como pilhas, baterias, celulares, computadores, televisores, DVD’s, CD´s, rádios, lâmpadas fluorescentes e muitos outros, que se não tiverem uma destinação adequada, vão parar em aterros comuns e contaminar o solo e as águas, trazendo danos para o meio ambiente e para a saúde humana, pois em sua composição existem substâncias tóxicas como mercúrio, chumbo, cádmio, belírio e arsênio, que são altamente perigosos, podendo causar distúrbios no sistema nervoso, problemas renais e pulmonares, câncer e outras doenças.
A Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo em uma brilhante iniciativa promoveu na última semana o “Mutirão do Lixo Eletrônico”, conscientizando a população sobre os riscos de se descartar o lixo eletrônico de forma indiscriminada. Foram espalhados por todo estado postos de recolhimento destes resíduos, que ao contrário do que muitos pensão, podem ser reaproveitado!
O Mutirão durou uma semana, mas o e-lixo não parou de ser gerado, e com os avanços tecnológicos a tendência é que cresça o volume produzidos a cada dia. Segundo a ONG Greenpeace, estima-se que são produzidos, todos os anos, cerca de 50 milhões de toneladas de lixo eletrônico, que correspondem a 5% de todo o resíduo produzido na Terra.
E agora que o mutirão acabou, o que fazer?! Não no Brasil um dispositivo legal que estabeleça responsabilidades e defina a destinação adequada de sucatas eletrônicas, exceto pela Resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente – CONAMA, de número 257 que obriga os fabricantes de pilhas e baterias a recolher e encaminhar tais produtos para reciclagem. Para cumprir tal resolução fabricantes de celulares criaram uma rede de coleta e as operadoras de telefonia celular também têm prestado este serviço a população.
Veja no link abaixo que não é difícil colaborar, ou melhor, cumprir nosso dever de cidadão e preservar o ambiente que vivemos dando o destino adequado ao lixo eletrônico que geramos.

“Não devolva para a natureza o que ela não criou”.

Lixo Eletrônico - Dicas

Fonte: Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo


Fórum Paulista de Mudanças Climáticas Globais e de Biodiversidade.

Proclima - Agenda de Eventos

Biodiversidade A Mesa Redonda para Sustentabilidade dos Biocombustíveis (Lausanne, Suiça) e a Rede de Organizações da Sociedade Civil Brasileira sobre Biocombustíveis*

Convidam para:

Consulta Nacional sobre a Minuta de Princípios e Critérios
para Produção Sustentável de Biocombustíveis
São Paulo – 6 e 7 de novembro de 2008

Auditório Augusto Ruschi – Secretaria Estadual do Meio Ambiente
Av. Professor Frederico Hermann Jr., 345 – Pinheiros – São Paulo – SP

Em agosto de 2008, o Conselho Diretor da Mesa Redonda sobre Biocombustíveis Sustentáveis - iniciativa secretariada pela Escola Politécnica Federal de Lausanne - publicou uma minuta (Versão Zero, anexa) de um possível padrão global para a produção sustentável de biocombustíveis. Mais detalhes sobre a mesa redonda são disponíveis no http://cgse.epfl.ch/page65660-en.html O padrão inclui princípios – fundamentos gerais da produção sustentável – e critérios – condições a serem cumpridas para alcançar esses fundamentos.

O Conselho da Mesa Redonda lançou também uma rodada de seis meses de consulta global com atores relevantes para revisar a Versão Zero, de maneira a assegurar que produtores, trabalhadores, agricultores, instituições financeiras, ONGs, governos, comerciantes, acadêmicos e outros interessados tenham ampla oportunidade de contribuir para o processo. A Mesa Redonda portanto, em colaboração com os membros de seu conselho diretor, está organizando diversas consultas (setoriais ou multisetoriais) em vários países, até o início de fevereiro de 2009. Todas as sugestões encaminhadas pelas consultas serão sintetizadas pela Secretaria e servirão de base para a revisão da minuta pelo Conselho Diretor, resultando na ‘Versão Um’ do padrão, que será publicado em abril de 2009. É óbvia a centralidade do Brasil nesta discussão e, portanto, a importância de uma adequada e ampla consulta multisetorial neste país, com a diversidade de atores interessados.

O Conselho esclareceu que o padrão não tenta quantificar uma quantidade de biocombustíveis que poderia ser consumida globalmente ou se, como um todo, os biocombustíveis são sustentáveis. Os biocombustíveis não podem substituir todo o nosso consumo de combustíveis sem modificações significativas no estilo de vida e na eficiência da utilização. Esses padrões de produção, portanto, deverão ser usados em conjunto com padrões novos e sustentáveis para as necessidades de energia do planeta.

*A Rede de Organizações da Sociedade Civil Brasileira sobre Biocombustíveis é formada por instituições que representam diferentes atores da sociedade civil como: Amigos da Terra – Amazônia Brasileira, CASA, Conservação Internacional do Brasil, DIEESE, ECOA, IMAFLORA, IMAZON, Instituto Centro de Vida (ICV), Mater Natura, Quatro Cantos do Mundo, Reporter Brasil e Vitae Civilis.

Apoio:
Governo do Estado de São Paulo – Secretaria do Meio Ambiente
Secretaria de Estado Suiça para Assusntos Econômicos (SECO)
Ministério das Relações Exteriores do Reino Unido (Foreign and Commonwealth Office)
Comissão da União Européia
Fundação DOEN
Fundação Packard

Fonte: ProClimaCapacita


Relatório Nacional CDP Brasil 2008

Proclima - Agenda de Eventos

Portal Voluntário - CDPLançamento do Relatório Nacional CDP Brasil 2008

Localidade: São Paulo - SP

O Carbon Disclosure Project é a principal iniciativa internacional do setor financeiro na interface entre os temas das mudanças climáticas e sustentabilidade empresarial.

Em 2008, participam mais de 385 investidores globais, administrando US$ 57 trilhões (incluindo 41 brasileiros) e mais de 3.000 empresas de capital aberto (incluindo as 75 maiores brasileiras).

Programa:

Condução: Fabio Feldmann
Secretário Executivo do Fórum Paulista de Mudanças Climáticas e Biodiversidade

Resultados CDP Global: Paul Simpson
Secretariado CDP Londres - Chief Operating Officer

Resultados CDP Brasil: Giovanni Barontini
Fábrica Éthica Brasil - Facilitação CDP América Latina

Convidada Especial: Rachel Biderman
CES/FGV - Programa brasileiro GHG Protocol

Data: 5 de novembro de 2008, 17h00-19h00
Local: Auditório Banco Real
Av. Paulista, 1.374, São Paulo, SP, Brasil

fonte: ProClima - Agenda de Eventos e Portal Voluntário


A Igreja no contexto ecológico e sócio-ambiental

GA-Gestão Ambiental, Igreja VerdeMotivação Ambiental.

Em outra sala da Faculdade Uniceres, o Pastor Valter Ravara, diretor-executivo do Institito Gênesis 1.28 discute sobre ecologia, outro assunto em pauta no mundo inteiro.
“As pessoas já têm informação ambiental, por isso, o meu objetivo é motivá-las a interagir em ações para preservar o meio ambiente”, afirma o Pastor.
Ele também é responsável por outros dois projetos ecológicos, a Pegada Ecológica Cristã e o Programa Igreja Verde. O Pastor acredita que esse é apenas o despertar para tentar reverter situações de extrema urgência, como o aquecimento global. Seu objetivo é formar um “Ministério do Meio Ambiente” para trasmitir por meio dos princípios bíblicos uma educação continuada sobre ecologia.
Mas para tentar aplicar conceitos ecológicos dentro da igreja, é preciso entender como eles funcionam no mundo. E o Pastor não desliza quando questionado sobre a política brasileira nesse quesito. Em sua opinião, a ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva, atual senadora, teve uma atitude de integridade ao deixar o cargo porque estava engessada dentro do governo. “Agora a senadora é uma representante do povo. Tanto que foi apontada pelo jornal britânico The Guardian como uma das 50 pessoas que podem salvar o mundo”, finaliza.

GA-Gestão Ambiental, EcoBiblia, Bíblia ecológica

A Bíblia Ecológica.

Aproveitando o tema “Como desenvolver a pegada ecológica na Igreja, seguindo os ensinamentos bíblicos”, o Pastor Ravara apresentou a EcoBíblia, a primeira bíblia ecológica do mundo, que serve para anunciar as Escrituras Sagradas como instrumento de preservação e resgate social e ambiental.
A Bíblia foi apresenada ao grande público durante a oficina, em São José do Rio Preto. Um diferencial é que a Escritura foi totalmente impressa em conformidade ambiental, com papel reciclado. “Antes de criar o ser humano e os animais, Deus criou o ambiente natural onde viveriam”, afirma Ravara. Deus também colocou o homem para cuidar desse meio ambiente e esse compromisso deve estar presente em todas as nossas atividades, a partir de nossos lares, nas igrejas, na vida profissional e em nossos pensamentos. “O objetivo da Bíblia Ecológica é despertar os cristãos para o tema e motivar o respeito à vida”.
Para Ravara, o Brasil, como proprietário de uma bênção divina que são 12% dos recursos de água doce do mundo deve estar muito atento ao tema. Em relação à Amazônia, a Igreja Batista tem grande preocupação. “A região começa a atrair a atenção do mundo e devemos cuidar dela com o mesmo princípio do respeito à vida”, afirmou o Pastor Ravara.

imagens: Igreja Verde, e EcoBiblia

Fonte: Jornal Comunhão - Ano 99 - Nr.4




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